Mostrando postagens com marcador devaneios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador devaneios. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de maio de 2009

Acompanhamento

Morando praticamente a duas esquinas da obra, já era de se esperar que eu iria todos os dia ve-la. É lógico que no primeiro dia foi meio estranho ver o apartamento todo descascado. Ontem estive lá à noite e já achei que a obra tinha evoluido pouco desde a vépera. E se observo alguma coisa ou se me lembro de algum detalhe, ligo para o empreiteiro. Isto praticamente acontece todos os dias. Tenho receio que em breve ele não atenda mais meus telefonemas.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Um sábado, uma decisão

Sábado passado tomei uma decisão: a sala não terá mais anteparo! Conversando sobre ele com uma jovem arquiteta, que trabalha numa loja de materiais de construção, ela me perguntou - " Você quer esconder a sua sala? De quem? Por que? E ainda por cima coloca mais um elemento na sala... Quanto mais eu explicava para ela as razões da existência do anteparo mais eu percebia que os argumentos não convenciam nem a mim mesmo. Assim, sai da loja convencido que o anteparo não é necessário.
O problema é que uma vez resolvido o assunto anteparo, a jovem arquiteta me colocou mais duas dúvidas na cabeça, que deverão ser resolvidas a curto prazo: definir se portas de correr devem ser embutidas ou não na parede (tenho 3 num corredor) e definir se o porcelanato na casa toda deve ser num tom gelo (a maioria das pessoas coloca em tom bege). Estes dois assuntos, que tem prós e contras (como tudo na vida), serão abordados em postagens futuras.
A ideia de não ter mais anteparo me deu uma certa tranquilidade.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Matemática na sala

Sem dúvida alguma, a decoração de uma sala é um trabalho fascinante e para sua realização pode-se contar com criatividade, bons profissionais e ideias de exposições e revistas especializadas. O que complica é quando se deseja colocar elementos que tem certas dimensões num determinado espaço. Aí a coisa pode ficar complexa Caso a ideia seja colocar um sofá de 3 lugares e outro de 2, uma mesa para 6 pessoas, uma de centro, um aparador e uma TV com um rack numa sala de 28 m² e ainda assim ter muita área livre, tem-se que pegar a trena. É hora de fazer planta em escala, brincar com figurinhas de elementos num papel e ficar horas numa espécie de quebra-cabeça. Quando o morador deste apartamento tem hábitos curiosos tais como ler jornal na sala vendo TV ao mesmo tempo a coisa fica mais complicada ainda. E êle afirma categoricamente que não quer largar um hábito como este sob hipótese alguma!
Então alguém diz ao morador: você deve abrir mão de alguma coisa, ninguém pode ter tudo, etc...Se colocar uma mesa de 4 lugares tudo se resolve, se não colocar um sofá de 3 lugares diante da TV tudo dá certo...Mas o morador é intransigente! E parece que há um impasse: a arquiteta não abre mão de cálculos matemáticos, distâncias padrões e áreas para circulação e o morador não desiste de seus sonhos e de seus hábitos. O morador após ligar para um vizinho, que diz ter uma mesa para 6 pessoas e um sofá de 6 e outro de 3 numa sala igual, fala para a arquiteta: tá vendo?
Quando tudo parecia perdido, a arquiteta propõe: cavamos a parede, colocamos o rack embutido, economizando pelo menos 30cm da área útil da sala, o que possibilita ter todos os elementos na posição desejada. O morador aprova a ideia e pensa: ainda bem que não desistiu dos seus donhos e dos meus hábitos...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Que projetos? Que obras? Que devaneios?

Penso que um ser humano está vivo quando faz projetos, sejam eles quais forem. E estou sempre fazendo projetos, os mais variados. Projetos de trabalho, de viagens, de obras e muitos outros. Por que não falar sobre eles aqui?
Vou ter que encarar uma obra. Conheci uma pessoa que fez um blog quando reformou o seu apartamento. Ficou bastante interessante e aprendi muito lendo as suas histórias. Inicialmente pensei em fazer o mesmo. Depois pensei em fazer diferente, ou seja, contar fatos marcantes e o que aconteceu durante a minha obra, mas do meu jeito, sem a obrigação de contar tudo, sem ordem cronológica.
De quebra, escrevo também meus devaneios

Contador de Histórias

Muitos dizem que sou um bom contador de histórias. Na verdade, o que acontece é que conto para as pessoas fatos que aconteceram comigo com entusiasmo tentando sempre passar com exatidão toda a emoção que vivi. Sejam coisas boas ou ruins. E as pessoas geralmente gostam de ouvir estas histórias...

Muitos falavam para eu criar um blog. Contar histórias aqui. E por que não? E assunto é o que não falta! Tanta coisa aconteceu comigo até agora...E tanta coisa ainda vai acontecer... Só não prometo postagens diárias!